Este post surge na sequência de um par de posts no blog de um colega autor do Fantástico, o Vitor Frazão, autor da série “Crónicas Obscura” (à qual sugiro que dêem uma olhadela). Podem encontrá-los aqui:

http://cronicasobscuras.blogspot.pt/2012/08/escrita-duas-maos-caminho-explorar.html
Acontece que escrita a dois é algo sobre o qual eu tenho certezas de querer fazer com o meu colega e amigo Mário Coelho. As nossas “vozes”, por assim dizer, e métodos de escrita, apesar de bastante individuais, combinam com bastante facilidade (fruto do nosso gosto por RPG’s escritos), e adoramos lançar ideias em conjunto para os trabalhos um do outro. Portanto a ideia de escrevermos algo a dois já surgiu há uns anitos.
O nosso primeiro trabalho conjunto, quando ocorrer, não deve inserir-se no mundo de Eos ou em qualquer setting do Mário (que se encontra presentemente a trabalhar na sua própria obra. Keep your eyes peeled!). Contudo, uma das nossas ideias de longa data, que é a razão deste post, é a escrita de um livro que retrate a queda da maior cidade dos Reinos de Vapor: Cinq Ports.

Com o tamanho de quatro Amorsleas (a cidade, não o país), Cinq Ports é a capital do reino de Lleuvenal, e o rastilho que colocou os Reinos em guerra uns com os outros. Vão encontrar nos volumes da série Downspiral várias referências ao status quo da cidade, que se tornou um gigantesco campo de batalha urbano para vários exércitos inimigos e aliados de Lleuvenal, mas posso desde já garantir que o foco da narrativa da saga nunca há de passar perto das fronteiras lleuvenalen.
Em vez disso eu e o Mário, daqui por um parzito de anos (talvez antes), iremos contar a duas vozes como e porque é que a jóia dos Extremos do Norte caiu. O relato constituirá não só um volume único mas também uma espécie de vaga prequela dos acontecimentos em Downspiral.
E de resto, quem sabe o que acontecerá no futuro? O mundo de Eos não á partilhado de origem, mas quem sabe se não terei mais mãos a manipulá-lo daqui a uns tempos, ou mãos minhas noutros mundos a dois? A ideia da experiência agrada-me sobremaneira.

Boas viagens em Eos!
P.S.: Se a escrita deste post parecer esquisita e algo “aérea”, é porque estou de directa e a morrer de sono.

 

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