Nos céus sobre Eos circulam dois corpos celestes substancialmente diferentes. São eles Caeris e Tempus. São aqui apresentadas através de passagens do tomo Eosi Almagestos – Medidas dos Céus de Eos, uma obra notável pela mão do eminente Tyge Kapteyn, Professor Catedrático de Astronomia da Real Universidade de Cinq Ports.

TEMPUS

“As duas luas são,  ainda antes das constelações e outros fenómenos celestes, a característica mais facilmente observável dos céus nocturnos de Eos. […] De ambas, Tempus, a gigante prateada, é a que,  como consequência das suas grandes dimensões,  tem o maior ciclo de rotação, ao todo com uma duração invariável de 43 dias, sendo que a cada 11 dias, aproximadamente, ocorre uma das suas quatro fases […] Devido ao seu enorme tamanho, é a lua que comanda as acções das marés […]”

CAERIS

“Pequena e vermelha, o ciclo de 10 dias de Caeris é a base da marcação da semana de 10 dias. Ocorrem portanto 3 luas cheias por mês, sem excepção […]

Bloodmon

“As suas fases, apesar de cíclicas e previsíveis, são da maior importância, pois a haver algum prolongamento numa das fases deste satélite natural seria necessário reformular todos os calendários […] O efeito desta lua sobre as marés e sobre o nosso mundo é irrisório. É pertinente referir que a sua relativa falta de importância astronómica sobre o nosso planeta é compensada pela sua significância cultural para todas as nações dos Extremos do Norte, em particular para as tribos de selvagens que habitam nas periferias dos Reinos […]”

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